Compositor: Jair da Costa Braga Junior
Sombras dançam sobre a parede
Ecos sussurram através da chuva
Vozes silenciosas começam a chamar
Puxando fios que rompem a corrente
Brasas douradas iluminam o céu
Melodias de estrelas desconhecidas
Sonhos entrelaçados começam a voar
Erguendo a carne para além da pedra
Eu estava perdido em salões vazios
Perseguindo fantasmas em um tempo fugaz
Agora me ergo quando o silêncio cai
A mão invisível agora guia minha mente
Ecos desbotados de desejo
Queimam em pó sob meus pés
Sem peso agora, eu subo mais alto
Onde os céus e os batimentos se encontram
Sem mais muros, sem mais jaulas
Apenas luz atrás dos meus olhos
Fios se dissolvem, páginas desvanecem
A verdade renasce onde a ilusão morre
Eu estava perdido em salões vazios
Perseguindo fantasmas em um tempo fugaz
Agora me ergo quando o silêncio cai
A mão invisível agora guia minha mente
Vagando para muito além do despertar
Um com o todo, mas nada permanece
Sem mais busca, sem mais ruptura
Apenas o rio, perdido em ondas
Eu estava perdido em salões vazios
Perseguindo fantasmas em um tempo fugaz
Agora me ergo quando o silêncio cai
A mão invisível agora guia minha mente