Kavanhus (tradução)

Original


R.A.I.V.A. (Chuberries)

Compositor: Jair da Costa Braga Junior

Nas tavernas da meia-noite, começavam os sussurros
De uma figura que conquistava com um sorriso, não com as mãos
Com cordas de trovão brando, ele moldava o ar
E uma barba como estandarte, uma coroa a ostentar

Chamavam-no kavanhus, o Deus da chama
Do riso, do anseio, de nomes que ninguém proclama
Uma sombra, uma história, um segredo a velar
Um mortal virado lenda, um mito feito para brilhar

Sem trono, sem coroa, sem reino a governar
Só uma canção na noite, onde fiéis vinham chorar
Seu olhar era tocha, sua voz era mar
Uma tempestade e um silêncio onde corações queriam estar

Kavanhus, senhor da luz barbada
Um Deus que nasceu onde a noite é calada
Sem templo, sem altar, mas corações se curvavam
Pois o cavanhaque era a coroa que lhe davam

Kavanhus, senhor da chama barbada
Um mito esculpido no som de sua chamada
Sem templo, sem altar, mas corações a cantar
Pois kavanhus reina sem jamais terminar

As donzelas chegavam, as histórias cresciam
De um Deus sem um reino, mas com dons que surgiam
Não ouro, nem glória, nem lâminas pra lutar
Mas o fogo da presença que nunca iria cessar

Entre risos e sombras, silêncio e louvor
Ele carregava o peso do tempo e seu ardor
Nenhum mortal ou mito poderia igualar
O Deus do cavanhaque, que insiste em ficar

Kavanhus, senhor da luz barbada
Um Deus que nasceu onde a noite é calada
Sem templo, sem altar, mas corações se curvavam
Pois o cavanhaque era a coroa que lhe davam

Kavanhus, senhor da chama barbada
Um mito esculpido no som de sua chamada
Sem templo, sem altar, mas corações a cantar
Pois kavanhus reina sem jamais terminar

No silêncio da noite, sua história persiste
Um Deus nascido do riso, da alegria que existe
Kavanhus, eterno, onde as sombras repousam
Um sussurro, uma lenda, uma barba e uma canção

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