Compositor: Jair da Costa Braga Junior
Eu cortei o fio, joguei o fósforo e vi a cidade queimar
Peguei cada lição que me ensinaram e descartei o que eu tinha aprendido
Sem retrovisor nessa jornada, sem olhar para o passado
Estou movido a adrenalina e indo rápido demais
Disseram que eu nunca conseguiria sair
Disseram que eu me afogaria na dúvida
Mas as correntes estão quebradas no chão
Eu não sou mais prisioneiro
Não peça razões, eu não tenho nenhuma, só instinto nas veias
Troquei a culpa pesada por um novo conjunto de correntes
As que me ligam à estrada, ao asfalto e ao calor
Prefiro morrer de pé do que viver de joelhos
É uma ressurreição, sim, um novo estado de mente
Estou levando o vermelho para o preto, deixando os destroços para trás
Você pode estar seguro, pode ficar parado, pode estar preso no tempo
Mas eu estou rasgando a noite, retomando o que é meu!
Disseram que eu nunca conseguiria sair
Disseram que eu me afogaria na dúvida
Mas as correntes estão quebradas no chão
Eu não sou mais prisioneiro
É uma ressurreição, sim, um novo estado de mente
Estou levando o vermelho para o preto, deixando os destroços para trás
Você pode estar seguro, pode ficar parado, pode estar preso no tempo
Mas eu estou rasgando a noite, retomando o que é meu!
Sim! Retomando o que é meu!
Não tente me parar agora! (Eu fui, eu fui, eu fui)
Deixando os destroços para trás!